Altermodernidade: nem uma visão linear da História, como a do modernismo, nem uma imagem desta a avançar em espirais de eternos retornos, como defendido pelo pós-modernismo; agora, uma visão da História como estando constituída por múltiplas temporalidades simultâneas em que a vida e a arte surgem como experiências positivas de desorientação, traçando linhas em todas as direcções de tempo e de espaço e, assim, explorando todas as dimensões do presente. Por outras palavras: uma era em que se age e cria a partir de uma visão positiva de caos e complexidade.
Bem, por incrível que pareça,já estou de férias. E não, não é algo bom.Mas para quem,que como eu, já estiver de férias, vou começar a deixar por aqui algumas recomendações de filmes que considero bastante bons e que nem sempre são tão (re)conhecidos como deviam. Mas isso é outra conversa. O filme que escolhi para hoje é o Mies Vailla Menneisyyttä, o Homem sem passado, de Aki Kaurismäki.
"Um Homem sem nome chega a uma cidade e é de imediato brutalmente espancado. Aqui começa este filme épico e dramático, ou talvez um sonho de corações solitários com bolsos vazios sob o grande céu do nosso senhor ou dos pássaro." Aki Kaurismäki
Correndo o risco de ser algo clichê, não poderia deixar de me estrear no blog com a que considero ser uma das melhores músicas de todo o sempre. Apetece-me partilhar. Apenas porque love, love will tear us apart again.